MUDE SEU MUNDO, COMEÇANDO POR VOCÊ..

O processo lógico de aprendizagem é um elemento dentro de um ciclo maior de conhecimento. Conhecer o mundo é uma das formas que temos de evoluir e interagir com ele. Em nossa vida temos diversas relações de interação e os resultados nem sempre são os desejados. Entender a abrangência disso tudo te ajudará a mudar de vida e mudar até mesmo o próprio mundo. Seus hábitos e sentimentos possuem papel crucial nesse processo! Leia a seguir.

mente

“A cognição lógica é um processo cíclico, trifásico e que possui seu desenvolvimento pautado na capacidade de percepção de padrões do indivíduo, em oportunidade de análise dos resultados de um ciclo. Esse artigo teoriza o processo lógico-cognitivo de vida e de realidade por parte do ser humano, passando pela aprendizagem e chegando, enfim, ao conhecimento e ação, como modelo ideal de resposta lógico-decisória, com potencial ilimitado de controle e alteração das nossas vidas e da nossa realidade.”  Teoria do Processo Lógico-Cognitivo da Vida e da Realidade. Cíclico. Trifásico e Padronizado.

Iniciar qualquer coisa é sempre algo muito difícil. Qualquer coisa mesmo! Seja o início de um grande projeto, início de uma mudança qualquer na sua rotina de vida ou mesmo iniciar apenas uma simples leitura de artigos na internet.

Costumo pensar que a sorte não existe, ou se existe, ela é na verdade é a junção do “preparo” com a “oportunidade”. Para se estar preparado é preciso primeiramente aprender. Ao aprender, é preciso produzir e reproduzir conhecimentos, além de praticá-los. O sucesso, no entanto, é o fruto direto da persistência de quem se aplica e não desiste no meio do caminho. Portanto, não desistam dessa leitura! 

Primeira Fase do Ciclo: Informação, Emoção, Sentimentos, Ações..

Para começar solicito gentilmente que você mantenha a mente aberta durante a leitura. Deixe sua imaginação livre para conseguir entender e enxergar as colocações. Apenas feche seus pensamentos e abra os olhos de sua mente antes de mais nada, ok?

Então vamos lá!

Informação

Considere que tudo e qualquer coisa no mundo, em sua vida, a sua volta, tudo o que tem, poderá ou não ter, tudo o que viu, ouviu, sentiu, verá, ouvirá, sentirá, conhece, não conhece ou ainda conhecerá, tudo seja apenas informação. Toda informação, portanto, é sem dúvidas um caminho para um determinado conhecimento.

O processo logico-cognitivo, ou seja, método de se chegar ao conhecimento se inicia com a assimilação de informações. Partindo do pressuposto que absolutamente tudo seja informação, podemos pegar o exemplo das  experiências sociais. O primeiro contato com qualquer pessoa ou situação nada mais é do que coleta de informações através dos nossos sentidos (tato, olfato, paladar, visão e audição), prato cheio para o nosso subconsciente trabalhar.

Resultado de imagem para mente humanaCada indivíduo tem um nível específico de percepção da realidade, conforme sua disposição de abertura em relação aos seus sentidos e isso está diretamente relacionado ao ritmo de evolução que terá. Além dos cinco sentido tradicionais, ainda temos a nossa mente ou consciência, que poderia muito bem ser considerada o nosso sexto sentido, por ser igualmente capaz de assimilar informações abstratas e transformá-la em conhecimento atráves do raciocínio (exatamente por isso fizemos o exercício do primeiro parágrafo de abrir a mente para leitura! Teremos um artigo apenas sobre isso).

Considerando a premissa anterior (tudo sendo informação, captada através dos sentidos) nós, como seres humanos, reagimos imediatamente aos estímulos do mundo externo, desde logo, obtendo mais e mais informações segundo o nosso próprio nível de percepção de realidade, que varia de indivíduo para indivíduo conforme sua própria vivência.

Nenhuma informação escapa aos nossos sentidos. No entanto, nossa consciência nos engana para prestarmos atenção apenas em parte do tudo que estamos captando realmente. Nos encontramos em atenção máxima nesse momento, sendo que ainda em estado de neutralidade de ações, assimilamos muito além do nosso nível de consciência, informações processadas em nível amplamente sensorial, de maeira consciente e (em maior parte) inconscientemente.

A nossa realidade basicamente é construída por cada corpo que nela se encontra e conseguimos perceber, cada indivíduo segundo seu próprio ponto de vista, influenciando e sendo influenciado constantemente por uma chuva de troca de informações.

Emoção

O ser humano possui por base sete emoções fisiológicas primárias, que são como programas em nosso corpo. Conforme as interações acontecem, em fração de segundos adotamos uma postura preestabelecida de ações que independem de nossa consciência. As informações do mundo real são como gatilhos que acessam: o medo, a tristeza, a raiva, o desprezo, o nojo, a surpresa e alegria. LEIA MAIS SOBRE!

Por trás de cada emoção há um determinado nível de cognição que dispara em nosso corpo protocolos específicos de ação: o medo te faz parar, protocolo de ação de segurança; a tristeza te faz refletir, protocolo de ação da análise; a raiva te dá força de impulso, protocolo de ação de reação; etc.

Conforme o nosso nível de percepção da realidade, estamos constantemente sujeitos à tais estímulos involuntários e imprevisíveis, que podem ser traduzidos em emoções confortáveis, como a alegria e a surpresa, ou emoções desconfortáveis, como o medo, a tristeza, a raiva, o nojo e o desprezo.

Vimos até aqui que, a primeira fase é um processo de recebimento informações e geração de emoções. Isso pode ser considerado um nível de aprendizagem, que chamaremos portanto de NIVEL EMOCIONAL DE APRENDIZAGEM.

O nivel emocional de aprendizagem serve principalmente para criarmos novas memórias. Assimilar as informações do mundo nos gera emoções que ficam marcadas em nossa mente como memórias. Todo mundo sabe contar com detalhes sobre uma lembrança de situações em que esteve com raiva, ou com nojo ou alegre ou triste. Portanto, a chave do aprendizado são as memórias, e a chave da criação de memórias são as emoções.

Observações pertinentes: Caso não tenha percebido, dentre as sete emoções bases,  que alias, todas exercem funções essenciais para a nossa sobrevivência, temos mais emoções desconfortáveis do que confortáveis (medo, raiva, nojo, desprezo, tristeza). Logo, a probabilidade de termos mais memórias desconfortáveis do que confortáveis é natural.

Sentimentos

As emoções combinadas com as memórias já criadas, causam os sentimentos. Todo sentimento pode ser classificado segundo os elementos da “vontade”, que se divide entre o: “querer”, “não querer” e “inércia”.

No “querer”, temos o amor, onde se quer cuidar, o ódio, onde se quer fazer mal, a paixão, onde se quer ter intimidade, a empatia, onde se quer proximidade e assim por diante, tomando por base a Energia de Ação Positiva. A exemplos do “não-querer”, temos a preguiça, onde não se quer fazer algo, a antipatia, onde não se quer proximidade, a pirraça, onde não se quer ceder e assim segue com base na Energia de Ação Negativa. Na parte do elemento de inércia temos a indiferença, a apatia e etc., tomando por base a Energia de Neutralidade de Ações.

Chegamos no NÍVEL SENTIMENTAL DE APRENDIZAGEM que tem como característica a AÇÃO CORRELACIONADA, ou seja, o uso deliberado da energia sentimental acumulada para modificação da realidade. A grande e maior parte das pessoas leva a vida inteira sem tentar entender esse processo. O resultado prático disso são situações constrangedoras em todo os cantos, às vezes até trágicas, de pessoas aplicando a energia sentimental (positiva, negativa ou neutra) deliberadamente sem o devido direcionamento racional do caso. Pessoas violentas, agressivas, preciptadas, inconsequentes, incoerentes, confusas, exageradas, apáticas, preguiçosas, etc., posturas absolutamente impróprias para um adulto, de quem se espera maturidade.

No entanto, errar é humano! No nível sentimental de aprendizagem devemos entender o caminho a ser seguido e superar os erros. As emoções e os sentimentos são importantes para o processo de conhecimento da vida e da realidade, pois são protocolos intuitivos de reação subjetiva às informações coletadas pelos nossos sentidos. Não devem servir como pretexto para tomada de ações correlacionadas ou atitudes emocionais preciptadas, no sentido de evitar a inconsequência e imprevisibilidade que surge.

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Costumamos justificar nossas atitudes emocionais com base em um “julgamento subjetivo de valor” que fazemos sobre nossos sentimentos. De forma  inconsciente, analisamos superficialmente ser bom agir daquela forma e sem percebermos isso nos leva ao cometimento erros.

O dilema de se agir assim é a falta de profundidade na análise que se tem. Por ser subjetiva possui resultados randômicos, aleatórios e não previsíveis, o que trás a constatação do erro ou do acerto somente após os resultados. Mas nem tudo está perdido, temos uma opção lógica.

Ação Racional Independente

Vivemos numa realidade com leis naturais universais, independentes e objetivas. Aprendendo, portanto, com o universo, considere que ações racionais independentes, lógicas e objetivas, são o melhor instrumento para obter o conhecimento de vida e de realidade que precisamos para, por consequência lógica, tomarmos a melhor decisão na hora de agir segundo nossas escolhas impostas, afetando a nossa realidade física e abstrata, independentemente dos nossos sentimentos.

Considerando os sentimentos manifestos, diante da melhor percepção de realidade possível, através da racionalização, podemos fazer escolhas independentes, mais conscientes e lógicas, inteligentes e coerentes, reagindo proporcionalmente aos estímulos recebidos da realidade. Esse é o NIVEL DE APRENDIZAGEM RACIONAL.

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“Vivemos num universo objetivo e como tal devemos evitar subjetividades.”

O termo “proporcionalmente” no parágrafo anterior serve para apontar a ideia de “controle” que se deve ter numa interação cognitiva, física ou abstrata.

Na verdade, temos o total controle de nossas ações e exercemos isso diariamente em nossas vidas. A vida é o conjunto de diversas esferas (veremos isso no parágrafo seguinte). Na esfera social da vida temos a TEORIA DAS MÁSCARAS SOCIAIS. ” Apenas nós sabemos quem somos. E somos quem somos, de modo que demonstramos apenas o mínimo que precisamos aos outros, aos poucos e os repelimos ou gradualmente os conhecemos, igualmente permitimos que eles nos conheçam.” 

Perceba que, consciente ou insconcientemente, você já tem o tem controle sobre suas ações a nível racional pois todos sos dias adota diversas máscara sociais em circunstâncias diferentes para se adequar ao ambiente por uma questão de sobrevivência. E porque não exercer isso em TODAS AS ÁREAS DA VIDA?

Segunda Fase do Ciclo: Aprendizagem  Habitual

Com a primeira fase funcionando (recebimento de informação, geração de emoções, síntese de sentimentos, ações correlacionadas) surge a etapa da pequena repetição, caracterizada por ter ciclos infinitos e completos entre si, abrangendo todas as coisas que existem, todas as pessoas, em todas as esferas de nossas vidas e da realidade.

O processo emocional da primeira fase se repete em todas as esferas da vida, que podemos considerar como sendo as áreas: espacial (você e as coisas a sua volta), fisiológica (você e seu corpo), cognitiva (você e seu aprendizado), filosófica (você e seus pensamentos), intelectual (você e seus conhecimentos), pessoal (você e seu desenvolvimento), financeira (você e suas finanças), emocional (você e seus relacionamentos), familiar (você e sua família), social (você e as pessoas da sua vida), política (você e a sociedade), profissional (você e seu trabalho), globalizada (você e o mundo), científica (você e o próprio), etc.

Inicialmente você tratara toda interação em qualquer âmbito de vida com base em suas emoções. Aprendendo e entendendo a primeira fase, podemos dizer que os “fatos” da vida real, nada mais são do que a reprodução relativa de informações assimiladas anteriormente, segundo o nosso próprio ponto de vista, sobre algum instante específico no tempo e no espaço, que fora registrado em nossa memória, através de nossos sentidos, respeitando todas as leis universais da física, modificando nossas emoções, gerando sentimentos e energia de ação.

A evolução aqui já não respeita mais as regras da primeira fase, por isso entramos na segunda fase do ciclo, na qual possui suas próprias regras. Podemos perceber na definição do parágrafo anterior o ascrecimo de um elemento específico que não mencionamos em nenhum momento neste artigo, durante a primeira fase ou quaisquer dos níveis de aprendizagem anteriormente mencionados: A MEMÓRIA.

Como resultado contínuo do exercicio da primeira fase nas esfera de vida e da realidade, surge o acúmulo de memórias (positivas e negativas), geralmente também com ações relacionadas.

Começamos a entender então que a evolução e o crescimento na segunda fase se mostra em nossa capacidade de análise e identificação de padrões nos resultados. O resultado padrão da primeira fase é o acumulado de memórias e ações relacionadas. Mantendo o pressuposto inicial de que TUDO É INFORMAÇÃO, o que devemos fazer agora?

Aprendizagem Habitual 

A cada novo vível de aprendizagem surge novos e diferentes padrões, logo, são boas oportunidades, em especial, para evoluir e aprender coisas novas. Recaptulando tudo até aqui: na primeira fase temos a interação, que é baseada no consumo de informações, recebidas segundo o nosso nível de percepção da realidade, através de nossos sentidos, que nos geram emoções e sentimentos com energia de ação (positivas, negativas ou neutras), que também criam memórias (boas e ruins). Racionalizando as memórias e sentimentos, começamos a aprender a identificar os padrões. Identificados os padões, automaticamente criamos modelos simplificados de tomada de decisões e ações que chamamos “hábitos”.

As decisões ou ações anteriormente correlacionadas ao nível de aprendizagem emocional e sentimental podem se tornar ações automáticas na forma de hábitos, segundo nossas memórias. Os hábitos sempre são positivos em essência, pois são mecanismo básicos e essenciais para o processo todo de conhecimento. Através dos hábitos economizamos tempo com maior agilidade na tomada de decisões para com os assuntos suscetíveis à primeira fase. Lembrando que tudo isso acontece infinitamente em todas as esferas das nossas vidas. Sendo assim, após concluirmos toda a primeira fase mais de uma vez sobre uma mesma interação, com base nas memórias, surge um novo padrão de acumulo de hábitos e com ele um novo nível de aprendizagem.

Terceira Fase do Ciclo:  Entendimento, Amadurecimento e Controle

Entendimento

Naturalmente perdemos a precisão sobre uma memória e a conexão dela com a ação correlata que gerou um determinado hábito. Um vez que o hábito é estabelecido, a memória que o gerou se perde. O acumulo de hábitos, no entanto, pode ser positivo ou negativo. Hábitos positivos geram ganho de tempo e maior agilidade para tomada de decisões. Hábitos negativos, o oposto disso.

O objetivo principal dessa fase é a guarda de energias para melhor serem utilizadas na tomada racional de decisões em todos os níveis de aprendizagem. Basicamente, ter força de vontade e sabedoria para lidar melhor com novas situações, maiores e mais complexas, físicas ou abstratas. Entender isso é essencial.

Amadurecimento

A terceira fase começa após nós termos entendido os processos anteriores e, infinitamente, termos acumulado hábitos, seguindo toda a lógica estrutural descrita: Informação, emoções, sentimentos, ações, memórias, hábitos.  Como dito anteriormente, alguns hábtos podem ser ruins. Outros, mesmo que bons, passaram a não ser adequados para essa fase e já não funcionam corretamente. Pela essência negativa ou pelo não funcionamento, tais hábitos passam a interferir no processo total de evolução e conhecimento da vida e da realidade. O amadurecimento é saber como consertar isso.

Para melhor compreensão, adote a ideia de que hábitos são como ações determinadas que nós tomamos usualmente diante de determinadas experiências repetitivas. A repetição gera padrões e o reconhecimento de padrões é a chave da evolução nessa fase.

O padrão verificado é o acumulo de maus hábitos e a sensação da suposta dificuldade de mudança. O nosso cérebro tem a capacidade nata e plena de criar, modificar e ou deletar qualquer desses elementos contidos no processo de conhecimento: a informação, a emoção, o sentimento, a ação, a memória e o hábito. Pense nos elementos como sendo uma corrente progressiva e conectada, que se contrói da esquerda para direita. Sendo assim, para se construir uma nova corrente, basta iniciar todo o processo desde o início. E para se deletar ou modificar um elo da corrente, basta excluir ou modificar o elo antecessor e pronto.

A vida e a realidade, por si mesmas, são de fato muito complexas. Mas temos conosco todas as ferramentas necessárias para solucionar quaisquer dilemas. Tudo tem uma solução lógica e objetiva. Qualquer conhecimento, físíco ou abstrato, nos é permitido saber e está acessível aos nossos seis sentidos. Depende apenas da nossa boa vontade de exercer nossos poderes natos de influência.

Quando essa nossa percepção foge de algo, é principalmente porque ainda não entendemos o suficiente sobre nós mesmos e resolvemos aceitar como impossíveis mudanças tão simples de serem feitas.

O conhecimento é compreensão. Compreeender algo é poder escolher sobre ele. O ato de escolha é a representação da liberdade! Liberdade por fim é controle. Temos em nossa mente o total controle sobre nossa vida e sobre nosso corpo. Exercemos influência pesada sobre eles e também sobre a realidade. Assim na vida como na realidade, precisamos apenas de conhecimento para controlar ou alterar qualquer elemento dentro delas, físico ou abstrato. Se alterarmos os sub-elementos de composição do próprio elemento, estaremos também alterando o elemento em si.

Essa regra universal, independente e objetiva se aplica à realidade, a vida, a nós mesmos, aos fatos, aos sentimentos, aos bens materiais, à natureza e à todas as outras coisas do mudo, físicas ou abstratas.

Há exemplo da composição do “hábito”: é um elemento abstrato, composto por uma memória, positiva ou negativa, e uma ação relacionada. Logo, alterando a memória, alteramos também o próprio hábito em si, consequentemente a ação correlata do hábito.

Mais profundamente, sabemos que memórias são frutos de sentimentos, que são frutos de emoções, que são frutos percepções de realidade, que por sua vez é interpretada apenas como um reflexo manifesto de uma realidade objetiva e ainda não inteiramente compreendida que, para ser controlada, modificada ou excluída, deve-se apenas aplicar todo esse processo de cognição cíclico, trifásico, infinito e padronizado, indo ou voltando ao seu livre interesse.

O controle é o equilíbrio universal do processo lógico-cognitivo de vida e de realidade. Fazemos isso em vários níveis. Fazemos isso consciente e inconscientemente. Temos sucessos e fracassos em várias esferas das nossas vidas, sentimentos bons e ruins. Hábitos positivos e negativos, porém, apenas quem entende isso, entende como superar os fracassos em qualquer uma delas.

O controle de tudo e qualquer coisa em sua vida, em sua realidade, é um poder que você já possui e precisa apenas entender para poder execer.

O exercício desse controle é para os poucos que arriscam a tentar. Pense nisso!

f1119193472#pensamentos #autocontrole #autoconhecimento #evolução #racionalidade #equilíbrio #coerência #lógica #prosperidade #disciplina #trabalho #raciocínio #resultados #conquistas #êxito #sucesso.

“- Propositalmente, propondo de própria mente, humilde e aberto ao diálogo, venho pintando e bordando novos universos, propagando conhecimentos, em versos presentes, como este a frente, profundo, porém singelo, aqui estou.”

Wesley Silva Brito Coimbra, Brasília, 25 de agosto de 2018, 17:10.

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About Coimbra W. SB.

WSB | BSB Brazil | 29.Yr •Bacharel em Direito, escritor, amante da vida em todas as suas formas e singularidades, ser pensante e positivista.🎵